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Dom., Jan.
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A Direção-Geral do Consumidor (DGC) e a Auto Regulação Publicitária (ARP) publicaram um Guia Informativo sobre Alegações Ambientais. O objetivo é sensibilizar os operadores económicos e alertar os consumidores para eventuais práticas de ecobranqueamento ou “greenwashing”.

Utilizar termos como “escolha sustentável”, biodegradável” ou “neutro em carbono” poderá ter uma repercussão negativa caso não exista forma de comprovar essas alegações ambientais. Com o guia, pretende-se “incentivar a adoção de boas práticas de consumo, conscientes e esclarecidas”.

O Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, considera que "este trabalho é muito relevante, atendendo a que temos vindo a assistir a alterações significativas nos hábitos dos cidadãos, cujas opções de consumo traduzem cada vez mais as suas preocupações relativamente às implicações ecológicas dos produtos que adquirem. Por outro lado, conscientes desta realidade, os operadores económicos optam por associar crescentemente as suas marcas à salvaguarda ambiental, pelo que é importante capacitar e sensibilizar, amplamente, para a importância da transmissão de informações verdadeiras e claras, evitando-se a proliferação de alegações ambientais imprecisas."

O guia informativo apresenta orientações destinadas aos operadores económicos para que não induzam os consumidores em erro e optem por menções verdadeiras e relevantes, baseadas em factos científicos e comprováveis

Adicionalmente, o documento apresenta informações destinadas aos consumidores com enfoque na temática das alegações ambientais utilizadas no marketing e na publicidade.

O guia apresenta, ainda, um capítulo destinado às boas e as más práticas neste domínio, podendo ser consultado aqui.