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Dom., Jul.
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Biodiversidade

A Quinta do Lago devolveu ao habitat natural 25 cágados-mediterrânicos (Mauremys leprosa) e 2 cágados-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis) no campo de golfe do Laranjal.

Depois de semanas de tratamento, estes cágados estavam finalmente recuperados e preparados para regressar ao seu habitat natural.  

Os animais estiveram internados no Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens (RIAS) devido a lesões provocadas por cativeiro ilegal, como deformações na carapaça devido a má nutrição, feridas provocadas por bactérias e fungos ou fraturas antigas. A maioria foi abandonada no lago do Jardim das Comunidades em Almancil, tendo sido resgatados e entregues no RIAS por Vigilantes da Natureza do ICNF.

A  ação surge no âmbito da política de sustentabilidade do Grupo Quinta do Lago que já desenvolveu várias ações semelhantes em parceria com a RIAS: recentemente, duas Corujas do Mato foram libertadas no campo de golfe Norte para poderem regressar à vida selvagem.

Nova política visa tornar o resort mais sustentável

Localizado no coração do Parque Natural da Ria Formosa, a Quinta do Lago começou a desenvolver uma nova política de sustentabilidade que abrange todas as suas áreas de negócio e visa tornar o resort, no seu todo, ainda mais sustentável.

Graças a um investimento de 7 milhões de euros no campo de golfe Sul, foi possível incluir hotéis de insetos para reduzir fertilizantes, colocar novas bombas no lago para reduzir em 20% a produção/consumo de energia, melhorar a irrigação e qualidade da água e introduzir plantas nativas em redor dos campos de golfe de forma a controlar e remover espécies exóticas invasoras.

A nível da restauração, existe um esforço adicional na eliminação do plástico de uso singular, adoção de embalagens sustentáveis de take-away e palhinhas CPLA (eco-friendly).

A Q Farm, a quinta da Quinta do Lago, serve todos os restaurantes do resort e foi criada para ajudar a reduzir a pegada ecológica ao evitar o transporte de alimentos, dando primazia a produtos biológicos.

Foram, também, instaladas fontes no The Campus e nos campos de golfe, aliadas à oferta de garrafas de vidro aos membros para os incentivar a usá-las e enchê-las sempre que necessário.

Alguns dos espaços contam já com painéis solares para aquecimento de água, como o The Campus, e luzes LED e sensoriais para ativarem através de movimento e poupar eletricidade.

Existe, ainda, um investimento numa nova frota de elétricos tanto na equipa de segurança, como a nível de landscape¸ com o objetivo de abandonar o diesel até 2023, bem como a redução do uso de papel a nível tanto interno, de recursos humanos, como externo, a nível de promoção de marketing.